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Quarta, 23 de setembro de 2020
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Trânsito

volta às aulas no DF

Para evitar novo surto de contaminação nesse cenário, seria necessário testar 65% dos indivíduos sintomáticos e rastrear 68% dos contatos

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Cogitada por alguns países e já realizada em outros, a retomada das atividades escolares pode gerar uma segunda onda de covid-19, caso seja feita sem o aumento da testagem e o rastreamento de pessoas que tiveram contato com infectados. A conclusão é do estudo da University College London (UCL) e da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres (LSHTM) publicado nesta terça-feira (4/8) na revista científica The Lancet Child & Adolescent Health.

 
 
Com base em diferentes cenários analisados, o estudo concluiu que uma reabertura integral das escolas em setembro sem essas medidas, juntamente com o relaxamento gradual do isolamento social, o Reino Unido poderá observar uma segunda onda da doença, com o pico previsto para dezembro deste ano.
 
Para evitar que isso aconteça, os pesquisadores indicam que é necessário ampliar a capacidade de testagem e de rastreamento. "Com as escolas do Reino Unido reabrindo totalmente em setembro, a prevenção de uma segunda onda exigirá uma grande ampliação de testes para testar 75% das infecções sintomáticas - combinadas com o rastreamento de 68% de seus contatos e o isolamento de casos sintomáticos e diagnosticados", afirmou Jasmina Panovska-Griffiths, pesquisadora que liderou o estudo.
 
Já com o retorno parcial das escolas, a porcentagem de testagem cai, mas ainda é alta. Para evitar novo surto de contaminação nesse cenário, seria necessário testar 65% dos indivíduos sintomáticos e rastrear 68% dos contatos.
O estudo ainda revela que sem a possibilidade de aumentar o rastreamento, os índices de testagem teriam que ser ainda maiores. Caso apenas 40% dos contatos pudessem ser rastreados, seria necessário testar 87% dos sintomáticos em um retorno integral e 75% em uma retomada parcial.
 
“Nossas descobertas sugerem que a reabertura de escolas pode fazer parte do próximo passo do relaxamento gradual do isolamento, se combinada com uma estratégia de alta cobertura de teste, rastreio e isolamento”, concluiu Panovska-Griffiths.

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