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Segunda, 14 de junho de 2021
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Trânsito

Sem ônibus, paradas amanhecem lotadas no Distrito Federal

Rodoviários fazem paralisação de 100% da frota nesta segunda-feira. Ilegal, transporte pirata vira alternativa de transporte

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As paradas de ônibus do Distrito Federal ficaram cheias logo no início da manhã desta segunda-feira (3/5), prejudicando a chegada ao serviço de vários trabalhadores. Os rodoviários cruzaram os braços por 24h, com paralisação de 100% da frota de ônibus no DF. A categoria exige vacinação de motoristas e cobradores contra Covid-19.

No centro de Ceilândia, dezenas de pessoas esperavam transporte por volta das 6h40. Sem opção, o brasiliense apelou para o transporte pirata. A reportagem flagrou diversos ônibus e vans irregulares oferecendo o serviço

Por causa da greve, as faixas exclusivas da Estrada Parque Taguatinga (DF-085), da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (DF-075), do Eixo Monumental, do Setor Policial Sul e da W3 estão liberadas aos veículos leves enquanto durar a paralisação. Permanece inalterada a faixa do BRT- Sul.

O padeiro José de Jesus Barbosa de Castro, 35 anos, saiu de Águas Lindas, às 5h, e precisava chegar a Samambaia, na padaria em que trabalha, até as 7h30.

“Eu não acompanhei esse noticiário. Não estava sabendo. Agora, vou ter de me virar. Não sou a favor dos piratas. Vou pensar em outra opção”, pontuou.

A manicure Meire Dantas, 28, mora em Ceilândia e precisa chegar ao trabalho, na Asa Sul, às 8h. “Eu vim para a parada na esperança de que poderia encontrar um ônibus ou outro. Infelizmente, só os piratas estão rodando. Vou ter de pedir um transporte por aplicativo”, disse.

A paralisação refletiu no metrô, que também está em greve, com trens rodando de forma reduzida. Na Estação Ceilândia Centro, a reportagem viu trens partindo lotados.

Taguatinga

No Pistão Sul, próximo à estação de metrô de Taguatinga Sul, por volta das 8h, as paradas estavam mais vazias.

As pessoas esperavam por carona ou transporte pirata. A cozinheira Judite Pereira, 43, trabalha no Lago Sul e pega, diariamente, dois ônibus para chegar ao destino. Hoje, o objetivo é alcançar, pelo menos, a Rodoviária do Plano Piloto para tentar uma carona com os colegas de trabalho. “Esperei quase uma hora aqui. Mas vou tentar chegar de qualquer jeito, nem que seja de pirata. Porque, para a gente que trabalha para os outros, é constrangedor não ir trabalhar. Até porque (outros) conseguem ir, e a gente não tem justificativa para faltar”, lamentou.

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