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Sem atendimento em algumas secretarias, Novo Gama viveu manhã de COLAPSO nesta quarta-feira(06)

varios funcionarios publicos, abandonaram seus postos de trabalho em uma manhã de fotos e de repartições públicas abandonadas
Sem atendimento em algumas secretarias, Novo Gama viveu manhã de COLAPSO nesta quarta-feira(06)
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Sem atendimento em algumas secretarias, Novo Gama viveu manhã de COLAPSO nesta quarta-feira(06)

Na manhã desta quarta-feira (06), aconteceu uma pré-inauguração do Atacadão Dia a Dia em Novo Gama, o evento foi realizado para funcionários, fornecedores e autoridades do município.

Mas o que parecia ser um dia normal na cidade se transformou em um colapso em algumas repartições publicas. Isso porque alguns agentes públicos do município, aqueles que não perdem uma oportunidade para tirar uma foto e se autopromover, resolveram abandonar seus postos de trabalho e se deleitarem com suas selfies nas redes sociais.

Que a chegada do Atacadão Dia a Dia ao município vai trazer benefícios, isso não podemos negar, mas dai, os funcionários públicos deixarem de trabalhar para participar de um evento particular, ai é outros quinhentos.

Recebemos uma reclamação uma moradora do município que procurou a secretaria de habitação para resolver um problema relacionado ao seu imóvel, mas foi informada que o responsável não estaria e que ela voltasse outro dia, a nossa equipe foi averiguar o fato, e para nossa surpresa, encontrou uma foto nas redes sociais do responsável pela repartição, se deleitando nas guloseimas do Dia a Dia.

Mais será que o ponto dele vai ser descontado? Será que o MP vai tomar alguma providencia? Afinal de contas, ele e vários outros que ao invés de estarem trabalhando para o povo, já que é para isso que são pagos, abandonaram seus postos de trabalho deixando o município à deriva.

Ou será que a prefeita decretou ponto facultativo em plena quarta-feira? Quem vai pagar por esse dia não trabalhando? Essas são as perguntas que não querem calar.

E quem vai ressarcir o morador que precisou dos serviços públicos, gastou seu combustível ou perdeu tempo e dinheiro pegando o transporte publico para resolver um problema e ouviu que o responsável estava em um evento particular e não poderia atender? Com a palavra o Ministério Publico de Novo Gama.

Servidores públicos, ainda que seja cargo comissionado e de indicação politica da prefeita, assim como é o caso do responsável pela habitação Fagner Costa, precisam entender que não são autoridades, são funcionários do povo que pagam seus altos salários.

Será que eles querem que o povo acredite que foram eles que trouxeram o Atacadão Dia a Dia para o município? Ou será que ao invés de serem funcionários públicos, eles se tornaram garotos e garotas propaganda do Dia a Dia ?

ENTENDA O CONCEITO DE SER EMPREGADO DO POVO!

O servidor tem o dever de assiduidade no exercício da função pública. O vínculo estatutário envolve prerrogativas e sujeições, dentre estas a assiduidade.

Servidor assíduo é aquele pontual, aplicado,  que não falta com as suas obrigações funcionais.

A obrigação de comparecimento do servidor ao serviço, nos dias e horários determinados – jornada de trabalho - é um viés da própria responsabilidade a que está sujeito no exercício da função pública.

O exercício de um cargo público obriga o servidor a desempenhar as funções de modo eficiente.

Vejamos que assiduidade se relaciona à falta no serviço e à falta para com as obrigações funcionais.

                A falta no serviço para caracterizar a inassiduidade e o abandono deve ser injustificada.

Assim, a falta injustificada tem por consequência sanções administrativas, de cunho financeiro e disciplinar, além de gerar responsabilidades outras de natureza civil e penal, conforme o caso.

A eventual falta ao serviço, sem justificativa, enseja responsabilidade, que se potencializa com o abandono de cargo, cuja ausência se caracteriza pela intenção em faltar.

Abandonar é largar, deixar de lado, desamparar algo. Abandono de cargo, logo, é o desamparo pelo servidor das atribuições do cargo público que ocupa.

                O abandono de cargo deve ser ato intencional e injustificado.

Como salientado, o ato de abandono  condiz com o desleixo no exercício das atribuições legais, no sentido de o servidor deixar aos ventos o interesse público, que é o bem jurídico tutelado.

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Na manhã desta quarta-feira (06), aconteceu uma pré-inauguração do Atacadão Dia a Dia em Novo Gama, o evento foi realizado para funcionários, fornecedores e autoridades do município.

Mas o que parecia ser um dia normal na cidade se transformou em um colapso em algumas repartições publicas. Isso porque alguns agentes públicos do município, aqueles que não perdem uma oportunidade para tirar uma foto e se autopromover, resolveram abandonar seus postos de trabalho e se deleitarem com suas selfies nas redes sociais.

Que a chegada do Atacadão Dia a Dia ao município vai trazer benefícios, isso não podemos negar, mas dai, os funcionários públicos deixarem de trabalhar para participar de um evento particular, ai é outros quinhentos.

Recebemos uma reclamação uma moradora do município que procurou a secretaria de habitação para resolver um problema relacionado ao seu imóvel, mas foi informada que o responsável não estaria e que ela voltasse outro dia, a nossa equipe foi averiguar o fato, e para nossa surpresa, encontrou uma foto nas redes sociais do responsável pela repartição, se deleitando nas guloseimas do Dia a Dia.

Mais será que o ponto dele vai ser descontado? Será que o MP vai tomar alguma providencia? Afinal de contas, ele e vários outros que ao invés de estarem trabalhando para o povo, já que é para isso que são pagos, abandonaram seus postos de trabalho deixando o município à deriva.

Ou será que a prefeita decretou ponto facultativo em plena quarta-feira? Quem vai pagar por esse dia não trabalhando? Essas são as perguntas que não querem calar.

E quem vai ressarcir o morador que precisou dos serviços públicos, gastou seu combustível ou perdeu tempo e dinheiro pegando o transporte publico para resolver um problema e ouviu que o responsável estava em um evento particular e não poderia atender? Com a palavra o Ministério Publico de Novo Gama.

Servidores públicos, ainda que seja cargo comissionado e de indicação politica da prefeita, assim como é o caso do responsável pela habitação Fagner Costa, precisam entender que não são autoridades, são funcionários do povo que pagam seus altos salários.

Será que eles querem que o povo acredite que foram eles que trouxeram o Atacadão Dia a Dia para o município? Ou será que ao invés de serem funcionários públicos, eles se tornaram garotos e garotas propaganda do Dia a Dia ?

ENTENDA O CONCEITO DE SER EMPREGADO DO POVO!

O servidor tem o dever de assiduidade no exercício da função pública. O vínculo estatutário envolve prerrogativas e sujeições, dentre estas a assiduidade.

Servidor assíduo é aquele pontual, aplicado,  que não falta com as suas obrigações funcionais.

A obrigação de comparecimento do servidor ao serviço, nos dias e horários determinados – jornada de trabalho - é um viés da própria responsabilidade a que está sujeito no exercício da função pública.

O exercício de um cargo público obriga o servidor a desempenhar as funções de modo eficiente.

Vejamos que assiduidade se relaciona à falta no serviço e à falta para com as obrigações funcionais.

                A falta no serviço para caracterizar a inassiduidade e o abandono deve ser injustificada.

Assim, a falta injustificada tem por consequência sanções administrativas, de cunho financeiro e disciplinar, além de gerar responsabilidades outras de natureza civil e penal, conforme o caso.

A eventual falta ao serviço, sem justificativa, enseja responsabilidade, que se potencializa com o abandono de cargo, cuja ausência se caracteriza pela intenção em faltar.

Abandonar é largar, deixar de lado, desamparar algo. Abandono de cargo, logo, é o desamparo pelo servidor das atribuições do cargo público que ocupa.

                O abandono de cargo deve ser ato intencional e injustificado.

Como salientado, o ato de abandono  condiz com o desleixo no exercício das atribuições legais, no sentido de o servidor deixar aos ventos o interesse público, que é o bem jurídico tutelado.

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