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Emplacamento no padrão Mercosul começa a ser realizado no DF

Atualmente quatro empresas estão credenciadas pelo Departamento de Trânsito do DF (Detran) para realizar o serviço
Emplacamento no padrão Mercosul começa a ser realizado no DF
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Emplacamento no padrão Mercosul começa a ser realizado no DF

O emplacamento de automóveis com a nova Placa de Identificação Veicular (PIV), padrão Mercosul, começou nesta segunda-feira (3/2) no Distrito Federal. Hoje, quatro empresas estão credenciadas pelo Departamento de Trânsito do DF (Detran) para realizar o serviço. A expectativa é de que, até a próxima semana, o número chegue a 12.

A média mensal de emplacamentos no ano passado ficou entre 250 e 300 veículos, e a expectativa do Detran é de que ela se mantenha em 2020. A adoção do novo modelo segue a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e é exigida apenas para o primeiro emplacamento de carros novos. Para automóveis com o modelo antigo, a troca será obrigatória somente em casos de transferência de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa e instalação da segunda placa traseira.
 
O credenciamento das empresas estampadoras terá validade de cinco anos. Agora, além de produzir as placas, elas podem vendê-las ao consumidor final. A média de preço do serviço é de R$ 250 para carros e R$ 130 para motos. Para o diretor de Controle de Veículos e Condutores do Detran, Harley Bueno, as vantagens da mudança serão a livre concorrência e a variedade de empresas credenciadas. “Antes, apenas o Detran podia fazer a operação. Agora, até a próxima semana, haverá, pelo menos, 10 postos de emplacamento no DF. Isso vai trazer a possibilidade de escolha e preços variados para o cidadão”, aponta.
 
De acordo com José Freire, sócio-proprietário da Art Screen Placas, uma das empresas credenciadas, o primeiro dia de emplacamento teve saldo positivo. “Inicialmente, houve uma demora no cadastro, mas, apenas na parte da manhã, a empresa conseguiu confeccionar 30 placas do modelo”, conta.
 
A preocupação de Fábio Silva, gerente comercial da Concessionária Bali, é com a mudança na colocação da placa. “A gente fica apreensivo com a retirada do lacre, porque um parafuso todo mundo consegue colocar, mas torcemos para que seja uma boa mudança”, afirma. Segundo ele, o preço também é um ponto a ser discutido: “Vamos ter uma reunião esta semana para saber se houve uma alteração significativa nos preços, mas nossa decisão inicial foi de não alterar o custo para o cliente”.

Segurança

As novas placas foram desenvolvidas para unificar a fiscalização nos países do Mercosul. O diferencial da placa em relação ao modelo atual (cinza) são os itens de segurança, como o QR Code, a bandeira do Brasil impressa na película retrorrefletiva, distintivo internacional do Brasil e marca d’água com o emblema do Mercosul em formato circular. O novo modelo também apresenta cor de fundo totalmente branca com o padrão formado por quatro letras e três números, inverso do anterior de três letras e quatro números, com cores variando conforme o tipo de veículo. A alteração vai permitir mais de 450 milhões de combinações.
 
A ferramenta utilizada para o emplacamento, chamada de Sistema Nacional de Emplacamento, é de responsabilidade do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e permite o rastreamento digital de fabricação, distribuição, recebimento e inutilização de placas semiacabadas (blanks), bem como autorização, estampagem e vinculação das placas PIV ao respectivo automóvel. Em nota, o Ministério da Infraestrutura explicou que o novo modelo corrige equívocos da antiga placa Mercosul, diminui o custo e garante mais segurança. “Nós eliminamos todos os elementos da placa que encareciam. Tiramos o chip e os elementos gráficos patenteados e, principalmente, abrimos para vários estampadores”, detalha, na nota, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas.

Credenciamento

Estampadores e fabricantes de placas interessados em emitir o novo modelo precisam se credenciar junto ao Detran até 20 de março. O pedido deve ser protocolado na sede do órgão, na Asa Norte. O credenciamento dos habilitados terá validade de cinco anos.

Casos de emplacamento

» Primeiro emplacamento;
» Placas de modelos antigos em casos de:
» Transferência de município ou unidade federativa;
» Roubo, furto, dano ou extravio da placa;
» Necessidade de instalação da segunda placa traseira.

Cores

As cores das letras e dos números vão diferenciar os tipos de veículos
 
Preta: veículos de passeio
Vermelha: automóveis comerciais
Azul: carros oficiais

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O emplacamento de automóveis com a nova Placa de Identificação Veicular (PIV), padrão Mercosul, começou nesta segunda-feira (3/2) no Distrito Federal. Hoje, quatro empresas estão credenciadas pelo Departamento de Trânsito do DF (Detran) para realizar o serviço. A expectativa é de que, até a próxima semana, o número chegue a 12.

A média mensal de emplacamentos no ano passado ficou entre 250 e 300 veículos, e a expectativa do Detran é de que ela se mantenha em 2020. A adoção do novo modelo segue a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e é exigida apenas para o primeiro emplacamento de carros novos. Para automóveis com o modelo antigo, a troca será obrigatória somente em casos de transferência de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa e instalação da segunda placa traseira.
 
O credenciamento das empresas estampadoras terá validade de cinco anos. Agora, além de produzir as placas, elas podem vendê-las ao consumidor final. A média de preço do serviço é de R$ 250 para carros e R$ 130 para motos. Para o diretor de Controle de Veículos e Condutores do Detran, Harley Bueno, as vantagens da mudança serão a livre concorrência e a variedade de empresas credenciadas. “Antes, apenas o Detran podia fazer a operação. Agora, até a próxima semana, haverá, pelo menos, 10 postos de emplacamento no DF. Isso vai trazer a possibilidade de escolha e preços variados para o cidadão”, aponta.
 
De acordo com José Freire, sócio-proprietário da Art Screen Placas, uma das empresas credenciadas, o primeiro dia de emplacamento teve saldo positivo. “Inicialmente, houve uma demora no cadastro, mas, apenas na parte da manhã, a empresa conseguiu confeccionar 30 placas do modelo”, conta.
 
A preocupação de Fábio Silva, gerente comercial da Concessionária Bali, é com a mudança na colocação da placa. “A gente fica apreensivo com a retirada do lacre, porque um parafuso todo mundo consegue colocar, mas torcemos para que seja uma boa mudança”, afirma. Segundo ele, o preço também é um ponto a ser discutido: “Vamos ter uma reunião esta semana para saber se houve uma alteração significativa nos preços, mas nossa decisão inicial foi de não alterar o custo para o cliente”.

Segurança

As novas placas foram desenvolvidas para unificar a fiscalização nos países do Mercosul. O diferencial da placa em relação ao modelo atual (cinza) são os itens de segurança, como o QR Code, a bandeira do Brasil impressa na película retrorrefletiva, distintivo internacional do Brasil e marca d’água com o emblema do Mercosul em formato circular. O novo modelo também apresenta cor de fundo totalmente branca com o padrão formado por quatro letras e três números, inverso do anterior de três letras e quatro números, com cores variando conforme o tipo de veículo. A alteração vai permitir mais de 450 milhões de combinações.
 
A ferramenta utilizada para o emplacamento, chamada de Sistema Nacional de Emplacamento, é de responsabilidade do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e permite o rastreamento digital de fabricação, distribuição, recebimento e inutilização de placas semiacabadas (blanks), bem como autorização, estampagem e vinculação das placas PIV ao respectivo automóvel. Em nota, o Ministério da Infraestrutura explicou que o novo modelo corrige equívocos da antiga placa Mercosul, diminui o custo e garante mais segurança. “Nós eliminamos todos os elementos da placa que encareciam. Tiramos o chip e os elementos gráficos patenteados e, principalmente, abrimos para vários estampadores”, detalha, na nota, o ministro Tarcísio Gomes de Freitas.

Credenciamento

Estampadores e fabricantes de placas interessados em emitir o novo modelo precisam se credenciar junto ao Detran até 20 de março. O pedido deve ser protocolado na sede do órgão, na Asa Norte. O credenciamento dos habilitados terá validade de cinco anos.

Casos de emplacamento

» Primeiro emplacamento;
» Placas de modelos antigos em casos de:
» Transferência de município ou unidade federativa;
» Roubo, furto, dano ou extravio da placa;
» Necessidade de instalação da segunda placa traseira.

Cores

As cores das letras e dos números vão diferenciar os tipos de veículos
 
Preta: veículos de passeio
Vermelha: automóveis comerciais
Azul: carros oficiais

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