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Segunda, 03 de agosto de 2020
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Policial

Detentos fazem rebelião em Águas Lindas após suspensão de visitas

A direção abriu procedimentos internos para apurar as responsabilidades e aplicar as sanções disciplinares, conforme a lei.

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Durante esta terça-feira (24/3), detentos de presídios goianos fizeram rebeliões após a suspensão de visitas. Os casos aconteceram em Águas Lindas de Goiás e Niquelândia.

Conforme informações, os presos da Unidade Prisional de Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal (DF), começaram um motim e colocaram fogo em colchões. O fogo foi controlado depois que os agentes prisionais usaram extintores para apagar as chamas. Nesse caso, os detentos pediam a volta das visitas íntimas, que foram suspensas em razão das medidas para contenção do novo coronavírus.

O outro caso aconteceu em Niquelândia, no Norte do Estado. Um grupo de detentos se envolveu em uma briga e iniciou um motim. No meio da confusão, um preso apresentou problemas respiratórios e precisou ser socorrido.

A Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) afirmou que está tomando medidas para punir os envolvidos, em conformidade com a lei.

Na semana passa, detentos também fizeram rebeliões em presídios goianos após suspensão de visitas

Na última quarta-feira (18/3), alguns presos fizeram um motim por causa da suspensão de visitas no presídio de Alexânia, no Entorno do Distrito Federal (DF). O motivo da suspensão é a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). 

Conforme informações, alguns detentos começaram a rebelião e queimaram colchões e quebraram paredes. Além disso, também invadiram algumas celas da cadeia.

Segundo alegações dos presos, o motivo da rebelião foi a suspensão das visitas nos presídios do estado e também pela alimentação inadequada oferecida no presídio.

A situação foi controlada depois que a Polícia Militar do Estado de Goiás e o Grupo de Intervenção Tático (GIT) fizeram o adentramento no local e utilizaram gás.

Além disso, um detento foi agredido por outros presos e precisou ser levado para uma unidade de saúde. De acordo com a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), o caso já foi repassado para a Polícia Civil e a direção da unidade abriu procedimentos administrativos internos para apurar as responsabilidades e aplicar as devidas punições aos envolvidos, conforme a Lei.

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